domingo, 14 de março de 2010
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Eu prefiro acreditar em algo que me faça bem. Prefiro não comentar o que me agride, é por isso que te apago e me esforço pra te esquecer todos os dias, sem me esquecer de me lembrar que preciso tirar você de mim, se eu pedir é mais fácil? Chorei, ranquei meu coração e joguei, ninguém pegou... fui procura-lo, achei, ainda que pulsando devagar, calado e triste, peguei-o de volta e com todo amor, comecei a cuidar bem dele, cuidar bem de mim, e agora é só. Eu estou só, mas eu vou estar melhor...
quinta-feira, 11 de março de 2010
Ao meu amor, por mim.
A verdade é que me aprisiono a mim mesma. Apaixonei-me, por mim! É, sim! Foi por isso que me descuidei de outros amores, outros alguéns (isso existe?). Quero me preservar, preservar minha integridade, minha criatura, meu ser, meu coração e minha alma, por isso me livro do que possa me fazer mal. Fujo mesmo, corro o mais rápido possível. Me escondo, e me refúgio. Não acho que seja uma questão de covardia, mas de preservação, de amor, por mim. Eu prefiro assim. Não quero me arriscar, sentir dor, não é comigo.
Minha felicidade...
Tentando não repetir conceitos, tentando fazer o novo, ser nova, eu me repeto ao pensando subjetivo de que é preciso mudar para ser feliz. "Porque? Eras infeliz?", não, eu não era, e nunca cheguei a ser, só quero buscar sempre mais e mais o que pode me fazer melhor, fazer também, com que eu seja melhor, e não só esteja. Procuro e encontro diariamente o que me faça melhor, ser alguem melhor e mais feliz. Sinto pena de quem não procura essa felicidade plena e sem custo (sem custo entende?). Não acredito que tudo que você quer muito, você tem que pagar por isso. Não acho também que todas as coisas tem consequências e que tudo vai, volta. Ja esperei sentada a estrela cadente voltar, e ela nunca subiu de volta. (entende minha loucura? Procuro isso, em tudo, não quero que me digam em que acreditar). Também não acredito que é impossível viver feliz sozinho, a começar pelo pensamento de que ninguem tem o direito de me fazer feliz, para que também não desfaçam. Só acredito que é sim possível ser feliz sozinho, mas para que sê-lo? O bom de ser feliz é poder dividir essa felicidade, poder também fazer com que o outro seja feliz! Eu sou feliz, e deixo transparecer, correr, vibrar, essa felicidade. Deixo-a solta, voando, pulando, gritando. Para que sintam inveja! Mentira (ou verdade), que coisa mais absurda. Queria que todos fossem feliz como eu, mas jamais serão, e jamais saberão como é ser feliz assim, não tendo nada, e sentindo-se plena de tudo!
segunda-feira, 1 de março de 2010
A pequena e significativa descoberta.
Eu descobri que há duas coisas extramente inevitáveis, e que acontecem mesmo que a gente não queira: a morte e o amor.
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